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Dilma vai ao país em missão econômica, em busca de empresas suecas que atuam no Brasil para elevar as trocas comerciais

Presidente Dilma Rousseff desembarca em Estocolmo e recebe cumprimentos na chegada ao Aeroporto de Arlanda
Roberto Stuckert Filho/Presidência da República - 17.10.2015
Presidente Dilma Rousseff desembarca em Estocolmo e recebe cumprimentos na chegada ao Aeroporto de Arlanda

A presidente Dilma Rousseff desembarcou neste sábado (17) em Estocolmo, na Suécia, onde terá compromissos oficiais com empresários e reuniões com o primeiro-ministro Stefan Löfven para ampliar cooperação comercial e educacional. Na agenda da presidente está prevista uma visita à fábrica da Saab, fabricante dos caças Gripen NG, comprados pelo Brasil.

Após desembarcar, Dilma recebeu os cumprimentos de boas-vindas da vice-primeira-ministra sueca Åsa Romson e do embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn. O primeiro compromisso oficial de Dilma será amanhã (18), quando será recebida pelo rei Carlos XVI Gustavo e a rainha Silvia.

Na segunda-feira (19), a presidente participará de uma reunião do Conselho Empresarial Brasil-Suécia, visitará o Instituto Real de Tecnologia (KTH), a fábrica da empresa de telefonia Ericson e a Saab.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, mais de 200 empresas suecas atuam no Brasil, empregando cerca de 70 mil pessoas. Em 2014, as trocas comerciais entre brasileiros e suecos alcançaram US$ 2,1 bilhões.

Na terça-feira (19), a presidente segue para a Finlândia, tendo como proposta a celebração de parcerias no setor educacional. Os programas do país na área de educação básica também são foco de interesse do governo brasileiro.

Em Helsinque, capital da Finlândia, após se reunir com empresários e investidores, Dilma visitará as instalações de uma universidade finlandesa. Além disso, ela se reúne com o presidente Sauli Niinistö e com o primeiro-ministro, Juha Sipilä.

Segundo o Itamaraty, operam no Brasil cerca de 50 empresas da Finlândia, em setores como energia, tecnologia marítima, telecomunicações e papel e celulose, gerando 20 mil empregos no país. Ano passado, o intercâmbio comercial Brasil-Finlândia atingiu US$ 1 bilhão.

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