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Na relação mensal de junho e maio, a produção industrial recuou 0,3%, segundo dados divulgados pelo IBGE

Agência Brasil

A produção industrial brasileira fechou o primeiro semestre do ano com queda acumulada de 6,3%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho deste ano, a taxa anualizada (indicador acumulado nos últimos 12 meses) registrou recuo de 5%.

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Segundo o IBGE, considerando apenas a variação mensal, a produção industrial nacional – em junho – mostrou redução de 0,3% em comparação ao mês imediatamente anterior, após acréscimo de 0,6% em maio último. Esse dado inclui o ajuste sazonal, que é o desconto referente ao aumento das vendas de produtos em feriados ou datas comemorativas.

Os dados sem o ajuste sazonal mostram que no confronto com igual mês do ano anterior, a produção da indústria apontou queda de 3,2% em junho de 2015, 16ª taxa negativa consecutiva. Apesar de significativa, essa queda é menos acentuada do que a observadas em abril, quando houve declínio de 7,9% na produção industrial. Em maio, a queda da produção industrial correspondeu a 8,9%.

Faturamento da indústria cai 5,5% em junho, diz CNI

O faturamento da indústria em junho caiu 5,5% em relação a maio, de acordo com dados ajustados para o período, divulgados hoje (4) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Dados ajustados para o período significam desconto referente ao aumento das vendas de produtos em feriados ou datas comemorativas.

No segundo trimestre, comparado ao primeiro, a queda foi 6,7%. O emprego na indústria também apresentou retração, de 0,7%, em junho, e de 2,6%, no segundo trimestre. As horas trabalhadas na produção se reduziram 1,1% em junho e 2,9%, no trimestre.

A indústria operou, em média, com 80,1% da capacidade instalada em junho, resultado praticamente estável em relação a maio (80%).

Após três meses seguidos de queda, a massa salarial real voltou a crescer em junho, com alta de 0,8% em relação a maio. Já no segundo trimestre, houve queda de 3,4% na comparação com o período anterior.

No mês, o rendimento médio real também interrompeu a trajetória de queda, com crescimento de 1,3%. Mas no trimestre, houve queda de 0,9%.

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