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Mesmo em declínio, o ritmo da produção melhorou em relação a fevereiro, quando o índice estava em 40,1 pontos. Mas caiu em relação a março de 2014, quando estava em 48,8 pontos.

O indicador que mede a evolução da produção industrial ficou em 48,2 pontos em março deste, o que aponta a continuidade da queda. Segundo a Sondagem Industrial, mesmo em declínio, o ritmo da produção melhorou em relação a fevereiro, quando o índice estava em 40,1 pontos. Mas caiu em relação a março de 2014, quando estava em 48,8 pontos.

Pela metodologia do levantamento, mensalmente divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a pontuação abaixo de 50 indica recuo. 

O emprego na indústria também segue recuando. Em março, o indicador que mede a evolução do número de empregados ficou em 43,6 pontos. Em fevereiro deste ano, ficou em 44,7 pontos e, em março do ano passado, atingiu 48,6 pontos. A utilização da capacidade instalada atingiu 67% no mês passado. O indicador teve melhora em relação aos 66% de fevereiro, mas piorou em comparação ao nível de 71% de março do ano passado. Segundo a CNI, a utilização foi a pior para março desde o início da série histórica, em 2011.

Houve, ainda, aumento dos estoques indesejados. O índice que mostra a evolução dos estoques efetivos em relação aos planejados pelos empresários registrou 52,1 pontos, crescendo em relação  aos 51,8 pontos de fevereiro deste ano e aos 49,9 pontos de março do ano passado.

Com relação ao indicador que mostra a situação financeira do setor, o resultado de 40,5 pontos para o primeiro trimestre de 2015 mostra deterioração em comparação aos 46 pontos do quarto trimestre do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre de 2014, que registrou 47,2 pontos, também houve piora. De acordo com a CNI, o indicador de situação financeira é o pior desde o início da série, em 2007.

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