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A segunda prévia de abril refere-se ao levantamento feito no período de 16 de março a 15 de abril comparado ao período de 15 de fevereiro a 15 de março; dados são da Fipe

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, aumentou com mais intensidade, na segunda prévia de abril, ao passar de uma variação de 0,68% para 0,88%.

O IPC é o mais tradicional indicador da evolução do custo de vida das famílias paulistanas: começou a ser calculado em janeiro de 1939. Desde 1973, o IPC vem sendo calculado pela Fipe.

Dos sete grupos pesquisados, apenas o de transportes apresentou crescimento inferior. Mesmo com a alta de 0,05%, o percentual é menor do registrado na primeira prévia do mês (0,06%). O grupo habitação foi o que mais pressionou o orçamento doméstico com alta de 2,06%, acima da variação registrada na pesquisa anterior.

Os preços dos alimentos tiveram elevação média de 0,47%, superior ao registrado na primeira prévia do mês (0,42%). Em despesas pessoais, o índice subiu de 0,15% para 0,22%; em saúde, de 0,44% para 0,64%; em educação, de 0,07% para 0,11% e, em vestuário, de 0,77% para 0,92%.

A inflação apurada pela Fipe mostra as variações de preços no consumo das famílias com renda de até dez salários mínimos.

A segunda prévia de abril refere-se ao levantamento feito no período de 16 de março a 15 de abril comparado ao período de 15 de fevereiro a 15 de março. Já a primeira prévia do mês ocorreu entre 8 de março a 7 de abril sobre 8 de fevereiro a 7 de março.

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