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No Brasil, havia 9.154.248 trabalhadores associados a sindicatos filiados a centrais sindicais até 31 de dezembro de 2014; CUT lidera com 31,7%, seguida da Força Sindical (10,8%)

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou nesta quinta-feira (9) no Diário Oficial da União, os índices de representatividade de cada central sindical. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) registrou o maior índice com 31,73%, seguida a Força Sindical (FS), com 10,82%; a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), com 10,36%, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), com 10,30%; a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST, com 7,65%) e a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) com 7,15%.

O índice divulgado pelo MTE foi apurado com base na quantidade de trabalhadores filiados aos sindicatos de cada central até o dia 31 de dezembro de 2014, nesta data, havia 9.154.248 trabalhadores associados a sindicatos filiados a centrais sindicais.

A aferição da representatividade é prevista pela Lei nº 11.648, de 31 de março de 2008, que reconheceu as centrais sindicais como entidades de representação dos trabalhadores. O ministério divulga anualmente a relação das centrais que atendem aos requisitos da lei, indicando seus índices de representatividade.  

As centrais sindicais tem como finalidade coordenar a representação dos trabalhadores e participar de negociações em fóruns, colegiados de órgãos públicos e espaços de diálogo social tripartite que discutam os interessem dos trabalhadores.

Para assumir essas atribuições, as entidades devem atender a requisitos mínimos, como ter a filiação de pelo menos 100 sindicatos distribuídos nas cinco regiões do País; filiação em pelo menos três regiões de 20 sindicatos em cada uma; ter sindicatos filiados em cinco setores de atividades econômicas; e representar pelo menos 7% do total de empregados sindicalizados em âmbito nacional.

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