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Quatro dos seis lotes de 4G foram arrematados no leilão promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações nesta manhã, três nacionais e um regional

Reuters

Os preços mínimos desses lotes eram de quase R$ 1,9 bilhão e de R$ 5,3 milhões
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Os preços mínimos desses lotes eram de quase R$ 1,9 bilhão e de R$ 5,3 milhões

A venda de licenças de frequência de 700 megahertz (MHz) nesta terça-feira (30) para oferta de serviços de quarta geração de telefonia móvel (4G) no Brasil movimentou R$ 5,85 bilhões, mas o valor que entrará nos cofres do governo federal será de cerca de R$ 5 bilhões.

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O montante é inferior aos cerca de R$ 8 bilhões em receita extraordinária com o leilão de 4G esperada pelo Ministério da Fazenda, que conta com isso para ajudar a fechar as contas públicas deste ano.

Quatro dos seis lotes de 4G foram arrematados no leilão promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações nesta manhã, três nacionais e um regional.

Um lote que abrange o território nacional com exceção das áreas de cobertura das operadoras CTBC e Sercomtel e outro regional não tiveram interessados. Os preços mínimos desses lotes eram de quase R$ 1,9 bilhão e de R$ 5,3 milhões, respectivamente.

Embora a venda dos quatro lotes tenha totalizado R$ 5,85 bilhões, o governo terá que assumir uma parcela do custo de limpeza da frequência de 700 MHz, atualmente ocupada pela radiodifusão analógica, já que duas das seis licenças continuarão com a União, segundo explicou o presidente da Anatel, João Rezende.

O custo total da limpeza da faixa de 700 MHz é estimado em R$ 3,6 bilhões, dos quais cerca de três quartos serão pagos pelas empresas vencedoras do leilão (Claro, Telefônica Brasil, TIM Participações e Algar) e o restante pelo governo federal.

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