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Em cada uma das agências em greve foi mantido um funcionário para dar orientação sobre o acesso ao sistema de autoatendimento

Fachada de agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida Ragueb Chohfi Num, em São Paulo (SP)
Futura Press
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida Ragueb Chohfi Num, em São Paulo (SP)

O número de agências bancárias que fecharam as portas hoje (30), na cidade de São Paulo, em Osasco e outras cidades da região, em adesão à greve nacional dos bancários, está sendo contado pelo sindicato da categoria. Na Avenida Paulista, quem buscou atendimento se deparou com o aviso: “Estamos em Greve”. Só era possível fazer saques, depósitos e pagamentos, entre outras operações disponíveis nos caixas eletrônicos.

A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, informou que em cada uma das agências em greve foi mantido um funcionário para dar orientação sobre o acesso ao sistema de autoatendimento. Ela manifestou a expectativa de que a Federação Nacional dos Bancos reabra as negociações e apresente uma nova contraproposta. Na avaliação da líder sindical, o reajuste nos salários em 7,35%, oferecido na oitava rodada de negociações, no último dia 27, pode ser elevado.

“Hoje é o primeiro dia de greve, e esperamos por um reajuste melhor”, disse ela. Juvandia Moreira observou que as negociações deste ano evoluíram sobre as do ano passado, já que os 7,35% embutem um aumento real de 0,94% ao passo que em 2013 não houve ganho real. Os bancários querem 12,5%. Além disso, reivindicam ampliar a taxa de participação nos lucros entre outros benefícios. Defendem também o fim do cumprimento de metas na venda de produtos como seguros, títulos de capitalização, entre outros.

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