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Para o dólar, a nova taxa de câmbio prevista, no fim do ano, é de R$ 2,35 e a Selic estimada permanece em 11% ao ano

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Marcelo Camargo/ABr
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Investidores e analistas do mercado financeiro voltam a elevar a projeção de inflação e diminuem mais uma vez a expectativa de crescimento da economia.

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De acordo com o boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, a nova projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todas as riquezas produzidas no País -, em 2014, passou de 0,30% para 0,29%, com queda na produção industrial (-1,94%). Para a inflação, apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a expectativa é de 6,31% ante aos 6,30% anunciados anteriormente.

Para o dólar, a nova taxa de câmbio prevista, no fim do ano, é de R$ 2,35 e a taxa básica de juros (Selic) estimada permanece em 11% ao ano. A dívida líquida do setor público foi mantida em 35% do PIB. Os preços administrados, que sofrem interferência do governo, terão crescimento de 5,10%, segundo os agentes do mercado financeiro.

No setor externo, o déficit em conta corrente, um dos principais indicadores, está estimado em US$ 81,20 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 2,40 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos em US$ 60 bilhões.

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