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Para congresso da Colômbia, venda de geradora de eletricidade é ilegal ao representar risco ao patrimônio do Estado

Reuters

A Colômbia recebeu sete ofertas de empresas e consórcios locais e internacionais para adquirir participação controladora na terceira maior geradora de eletricidade do País, a Isagen, as quais avaliam a companhia em cerca de US$ 2,543 bilhões.

As ofertas para a licitação foram apresentadas por Duke Energy, que entregou duas propostas; China Haudian Corporation; a espanhola Gas Natural; o consórcio entre a brasileira Cemig e a colombiana Empresas Públicas de Medellín (EPM); a Empresa de Energia de Bogotá; e a Generco S.A.

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Porém, um tribunal do País suspendeu nesta sexta-feira (28) o processo de privatização, aceitando queixa que afirma que a venda é ilegal ao representar risco ao patrimônio do Estado.

Empresas e consórcios avaliam a companhia em cerca de US$ 2,543 bilhões
Divulgação
Empresas e consórcios avaliam a companhia em cerca de US$ 2,543 bilhões

"Como medida cautelar de urgência, suspende-se provisoriamente os efeitos do decreto 1.609 de 2013", afirmou em comunicado o Conselho de Estado, referindo-se à legislação que autorizou a venda das ações da Isagen e que segundo o reclamante não foi autorizada pelo congresso colombiano.

Antes da suspensão, as propostas, que foram recebidas na Bolsa da Colômbia, seriam estudadas por um comitê formado pela Presidência da República, ministérios da Fazenda e de Minas, e pelo Departamento Nacional de Planejamento.

O governo da Colômbia pretendia realizar em 8 de maio o leilão para venda de sua participação de 57,6% na Isagen.

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