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Companhias poderão emitir papéis, que têm prioridade na distribuição de capitais mas não dão direito a voto

Reuters

Xi Jinping (C), durante congresso do Partido Comunista Chinês; presidente tem liderado medidas liberalizantes
Lan Hongguang/Xinhua
Xi Jinping (C), durante congresso do Partido Comunista Chinês; presidente tem liderado medidas liberalizantes

O regulador de títulos da China,  presidida por Xi Jinping, definiu regras nesta sexta-feira (21) para um programa piloto que permite que companhias listadas realizem a emissão de ações preferenciais, abrindo o caminho para o muito aguardado esquema a ser lançado logo, no que o regulador chamou de uma grande reforma no mercado de capitais.

Três tipos de companhias listadas poderão emitir ações preferenciais tanto ao público quanto a investidores institucionais por meio de colocações privadas.

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As companhias incluem as 50 maiores empresas capitalizadas no índice de blue chips (as mais valiosas) da bolsa de valores de Xangai, disse a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China em comunicado.

O segundo grupo de empresas listadas incluem aquelas que têm a intenção de adquirir ou absorver suas contrapartes por meio da emissão de ações preferenciais, enquanto o terceiro grupo cobre as empresas que planejam usar as ações preferenciais para substituir ações ordinárias existentes, disse a comissão no comunicado publicado em seu microblog.

Companhias que não são listadas também podem vender ações preferenciais, mas apenas para investidores institucionais por meio de colocações, segundo as novas regras. Qualquer empresa que emita ações preferenciais para instituições deve vendê-las para não mais que 200 entidades por emissão.

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