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Reunião entre os ministros das Finanças e membros de bancos centrais do Grupo das 20 principais economias desenvolvidas e emergentes acontece neste final de semana

Reuters

A Austrália vai defender as causas dos mercados emergentes durante sua presidência do G20, pedindo metas concretas de crescimento global, uma retomada das reformas de entidades internacionais e que o banco central dos Estados Unidos considere o impacto mais amplo da redução de seu estímulo.

Antes da reunião no fim de semana, ministros das Finanças e membros de bancos centrais do Grupo das 20 principais economias desenvolvidas e emergentes, o ministro do Tesouro australiano, Joe Hockey, destacou uma lista de desejos.

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"Precisamos em todos os momentos explicar totalmente nossas ações para os outros e para o público, porque uma comunicação clara, junto com o compartilhamento de informação, é a essência da coordenação macroeconômica", disse Hockey ao Instituto de Finança Internacional em Sydney. "No momento, a coordenação macroeconômica está sendo falada no contexto da gradual redução pelo Federal Reserve de seu programa de compra de ativos", afirmou.

O Fed precisa estar ciente do impacto internacional de sua redução, e levar isso em consideração em suas ações, disse ele. Hockey ainda reiterou pedidos para que o G20 determine objetivos para crescimento global.

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"Acho que seria valioso determinar em termos concretos e mensuráveis os objetivos que buscamos. Não deveríamos falar em generalidades sobre crescimento, mas deveríamos comunicar nossas intenções para impulsionar o crescimento", disse ele.

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