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Ferramenta lançada por ONG reúne o histórico de 22 grandes marcas de roupa brasileiras

A ONG Repórter Brasil lançou esta semana um aplicativo que mostra quais as atitudes das principais marcas de roupa no Brasil para combater o trabalho escravo. Com objetivo de orientar o consumidor para compras conscientes, o Moda Livre pode ser instalado em smartphones com os sistemas operacionais iOS ou Android.

Aplicativo Moda Livre, lançado nos 65 anos da Declaração Internacional dos Direitos Humanos
Divulgação
Aplicativo Moda Livre, lançado nos 65 anos da Declaração Internacional dos Direitos Humanos

As grifes foram convidadas a responder perguntas envolvendo a mão de obra escrava e o respeito aos direitos humanos, e foram classificadas como verde (sem envolvimento com a prática), amarelo (já esteve envolvida, mas hoje condena a prática) ou vermelho (empresa se negou a responder ou não combate o problema).

Pelo menos dez dos maiores grupos varejistas do mercado participaram da pesquisa, além de empresas envolvidas em denúncias de trabalho escravo por parte do Ministério do Trabalho e Emprego até junho, totalizando 22 marcas.

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Lançada por ocasião do aniversário de 65 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a ferramenta deve ser atualizada na medida em que novas marcas passarem a ingressar no projeto.

No questionário, as empresas responderam quais compromissos assumiram para combater a exploração entre seus fornecedores e como comunicam suas ações aos clientes, além de seu histórico de envolvimento com a prática.

Algumas grifes já envolvidas em trabalho escravo no Brasil:


RELEMBRE:

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