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No período, foram registrados 194 negócios, contra 229 no mesmo intervalo de 2012

Agência Estado

O destaque do período ficou por conta da indústria de Óleo e Gás, com os leilões da ANP
Divulgação
O destaque do período ficou por conta da indústria de Óleo e Gás, com os leilões da ANP

O número de fusões e aquisições caiu 15% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, diz pesquisa da KPMG. No trimestre, foram registrados 194 negócios, contra 229 no mesmo intervalo de 2012.

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O contexto econômico menos favorável e a menor expectativa de crescimento no País foram as principais razões da queda, que foi observada também no primeiro trimestre ante um ano atrás, segundo a KPMG.

Para Luís Motta, sócio da KPMG e coordenador da pesquisa, apesar do cenário de queda com relação a 2012, a tendência deste ano é de estabilidade nos patamares atuais. "Fechamos o primeiro trimestre de 2013 com 192 operações e o segundo com 194. Os números são muito parecidos e possivelmente serão mantidos até dezembro.

No que diz respeito à redução do número de transações em comparação com o ano passado, o investidor está mais receoso em função, principalmente, da expectativa de crescimento do Brasil, que veio diminuindo nos últimos meses e aumentando o risco implícito neste tipo de transação", disse Motta.

A pesquisa apresenta, ainda, os setores com número maior de operações de fusões e aquisições. Os destaques do trimestre foram Tecnologia da Informação (21), Óleo e Gás (18), Alimentos, Bebidas e Tabaco (15), Empresas de internet (14) e Prestadoras de Serviço (13).

"O destaque do período ficou por conta da indústria de Óleo e Gás, que viveu um momento peculiar com a realização recente dos leilões de campos petrolíferos pela Agência Nacional do Petróleo", apontou o coordenador da pesquisa.

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