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Resultado equivale a um crescimento de 54,8% em relação ao mesmo mês do ano passado

Agência Estado

O mês de maio teve recorde de empréstimos para aquisição e construção de imóveis no País. O crédito imobiliário atingiu o montante de R$ 9,75 bilhões em maio, de acordo com dados publicados nesta sexta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O recorde anterior foi registrado em dezembro de 2012, quando os financiamentos totalizaram R$ 8,84 bilhões.

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O resultado de maio equivale a um crescimento de 18% em relação a abril e de 54,8% ante o mesmo mês do ano passado, segundo a Abecip. Nos primeiros cinco meses de 2013, os financiamentos totalizaram R$ 38,4 bilhões, montante 29,7% superior ao contratado no mesmo período de 2012. Já nos últimos 12 meses encerrados em maio, os empréstimos atingiram R$ 91,6 bilhões, 14% mais do que nos 12 meses anteriores.

Nos primeiros cinco meses de 2013, os financiamentos totalizaram R$ 38,4 bilhões
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Nos primeiros cinco meses de 2013, os financiamentos totalizaram R$ 38,4 bilhões

Os dados consideram apenas os financiamentos bancários com recursos provenientes das cadernetas de poupança. Pelas regras do Banco Central, 65% do saldo do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) deve ser direcionado pelos bancos para o crédito imobiliário.

Em unidades, foram financiadas aquisições e construções de 47,6 mil imóveis em maio, crescimento de 17% em relação a abril e de 37% ante maio de 2012. Nos primeiros cinco meses deste ano, foram financiados 191,4 mil imóveis, 10,9% acima das 172,5 mil unidades contratadas no mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses até maio, foram financiados 472 mil imóveis, volume 0,7% inferior ao do período precedente.

Poupança

De acordo com dados publicados nesta semana pelo Banco Central, os depósitos nas cadernetas de poupança superaram os saques em R$ 6,71 bilhões em junho , o quarto maior saldo desde 1995. Considerando apenas os meses de junho, o resultado do mês em 2013 foi o maior da série histórica.

No primeiros semestre deste ano, a diferença entre depósitos e retiradas foi positiva em R$ 19,97 bilhões, montante 60% superior ao observado no mesmo período do ano passado, quando chegou a R$ 12,5 bilhões.

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