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O País e outras nações da América Latina devem ter um segundo semestre difícil para ofertas iniciais públicas de ações, preveem banqueiros de Wall Street

Agência Estado

A perspectiva de menor crescimento chinês contribui para um aumento da aversão ao risco
Svilen Milev - SXC
A perspectiva de menor crescimento chinês contribui para um aumento da aversão ao risco

O Brasil e outros países da América Latina devem ter um segundo semestre difícil para ofertas iniciais públicas de ações (IPO, na sigla em inglês). Das muitas operações que estão na prateleira na região, várias podem ser adiadas ou canceladas e outras terão de reduzir os preços dos papéis, preveem banqueiros de investimento de Wall Street.

Dois fatores estão contribuindo para aumentar a aversão ao risco dos investidores estrangeiros. O principal é a possibilidade de mudança na política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) até o final do ano. O segundo fator vem da Ásia.

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A perspectiva de menor crescimento chinês e, mais recentemente, que o país possa ter problemas de liquidez no setor bancário também está contribuindo para um aumento da aversão ao risco do investidor.

No caso do Brasil, há também o receito dos estrangeiros com a política macroeconômica do governo, que tem dificuldade para controlar a inflação e acelerar o crescimento. A resposta política de Dilma Rousseff às manifestações populares também pode impactar o interesse de estrangeiros.

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