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Rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 1.863,60, o que representa queda de 0,3% ante abril e aumento de 1,4% na comparação com maio do ano passado

Agência Estado

Desemprego se mantém em 5,8% em maio, informa o IBGE
Agência Brasil
Desemprego se mantém em 5,8% em maio, informa o IBGE

A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 5,8% em maio, no mesmo nível da taxa registrada em abril deste ano e em maio de 2012, informou, nesta quinta-feira (20), o instituto ao divulgar a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (de 5,40% a 5,90%), mas acima da mediana projetada, de 5,70%. O rendimento médio real dos trabalhadores registrou variação negativa de 0,3% em maio ante abril, mas aumento de 1,4% na comparação com maio do ano passado.

A massa de renda real habitual dos ocupados no País somou R$ 43,3 bilhões em maio, estável em relação abril. Na comparação com maio de 2012, a massa cresceu 1,5%. Já a massa de renda real efetiva dos ocupados atingiu R$ 43 bilhões em abril, estável em relação ao mês anterior. Na comparação com abril de 2012, houve aumento de 2,1% na massa de rendimento real efetivo. O rendimento médio do trabalhador foi de R$ 1.863,60 em maio, após ter sido de R$ 1.869,87 em abril. A PME é realizada nas regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre.

Taxa de ocupação

A taxa de ocupação do brasileiro registrou em maio sua segunda queda anual, para 53,8%. A um ano atrás, o índice era de 54,2%, segundo dados do IBGE. Apesar dessa queda, o gerente da pesquisa do instituto, Cimar Azevedo, lembra que a media da taxa de ocupação nos primeiros cinco meses de 2013 ainda é ligeiramente maior do que a apurado no igual período do ano passado.

"A média ainda não está menor, mas já está trabalhando em um ritmo menor", afirmou. Segundo ele, o mercado de trabalho vem perdendo força, com uma desaceleração no aumento do número de postos de trabalho. "Esse não é um dado positivo", disse. Para Azevedo, a abertura de vagas no País não tem conseguido crescer no mesmo ritmo do crescimento da população.

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