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O contrato mais negociado, com entrega para julho, ganhou US$ 0,67 (0,69%)

Agência Estado

Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) fecharam em alta modesta nesta terça-feira (18), atingindo o maior nível em nove meses em meio a tensões no Oriente Médio, que geram receios sobre interrupção na oferta.

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O contrato de petróleo mais negociado, com entrega para julho, ganhou US$ 0,67 (0,69%), encerrando a US$ 98,44 o barril. Na plataforma eletrônica ICE, o barril do petróleo do tipo Brent para agosto teve alta de US$ 0,55 (0,52%), para US$ 106,02.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos subiu 0,1% em termos sazonalmente ajustados em maio ante abril, segundo o Departamento do Trabalho. 

Tensões geopolíticas na Síria e também na Turquia têm ajudado os preços do petróleo
Thinkstock/Getty Images
Tensões geopolíticas na Síria e também na Turquia têm ajudado os preços do petróleo

Enquanto isso, as construções iniciadas de moradias subiram 6,8% no mês passado, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 914 mil.

Analistas esperam o relatório do American Petroleum Institute (API) sobre os estoques semanais de petróleo, que será divulgado às 17h30 (horário de Brasília), e o estudo do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do governo americano, que sai na quarta-feira (19).

Os especialistas preveem uma redução de 1 milhão de barris nos estoques de petróleo bruto, segundo uma pesquisa da Platts.

A Síria também está no foco dos participantes do mercado, após os EUA anunciarem na semana passada que vão aumentar a ajuda para os rebeldes que tentam derrubar o governo do presidente Bashar al-Assad. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi pressionado nos dois últimos dias pelos líderes do G-8, que se encontraram na Irlanda do Norte.

Segundo analistas do banco alemão Commerzbank, as tensões geopolíticas na Síria e também na Turquia têm ajudado os preços do petróleo. 

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