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Segundo Bloomberg, presidente do grupo EBX possui fortuna de US$ 12,7 bilhões, o que o deixa atrás de Jorge Paulo Lemann, da AB InBev, e de Dirce Camargo, da Camargo Corrêa

Eike Batista, presidente do grupo EBX: terceiro mais rico do Brasil, segundo Bloomberg
Fábio Pozzebom/ABr
Eike Batista, presidente do grupo EBX: terceiro mais rico do Brasil, segundo Bloomberg

Depois de ocupar o primeiro lugar entre os mais ricos do Brasil, o bilionário Eike Batista caiu para  a terceira colocação após virem à tona novos detalhes sobre o contrato de venda de fatia do grupo EBX para a Mubadala , empresa de desenvolvimento e investimento estratégico de Abu-Dhabi, segundo ranking da Bloomberg. O negócio, fechado por US$ 2 bilhões, inclui uma cláusula segundo a qual o grupo árabe poderia receber uma participação adicional na holding em 2019 caso Eike não conseguisse entregar os 5% de retorno anual sobre o investimento acertados com o fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos.

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De acordo com a Bloomberg, a cláusula fez com que a fortuna do empresário sofresse redução de US$ 6,8 bilhões, para US$ 12,7 bilhões. Com isso, Eike ficaria atrás de Jorge Paulo Lemann, da AB InBev, e de Dirce Camargo, do conglomerado Camargo Corrêa. No ranking global elaborado pela agência, o presidente do grupo EBX despencou para a 73ª colocação, contra a 36ª posição da lista no último dia 12, com fortuna estimada em US$ 19 bilhões.

Em 30 de novembro, o bilionário já havia perdido o posto de mais rico para Lemann , mas voltou a recuperá-lo no começo de dezembro graças à valorização das ações do grupo EBX. Logo após o anúncio do negócio com a Mubadala, no final de março, a fortuna de Eike foi estimada em US$ 35,5 bilhões.

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