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Taxa média mensal do empréstimo pessoal seguiu em 5,35% e a do cheque especial, fechou o mês em 7,92%

Agência Estado

Os juros cobrados pelos bancos nas operações de crédito ao consumidor e na modalidade de cheque especial se mantiveram em dezembro no mesmo nível observado no levantamento de novembro. De acordo com pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP no dia 3, a taxa média mensal do empréstimo pessoal seguiu em 5,35% e a do cheque especial, fechou o mês em 7,92%, as mesmas taxas divulgadas na pesquisa do mês passado. O levantamento envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

Segundo o Procon-SP, as sondagens feitas ao longo do ano apontam que as reduções das taxas de operações de crédito não acompanharam, na mesma proporção, as quedas da taxa básica de juros, a Selic. Desde dezembro de 2011, a taxa Selic apresentou queda acumulada de 3,75 pontos porcentuais (atualmente está em 7,25% ao ano). No mesmo período, a taxa média do empréstimos pessoais teve baixa de 0,54 ponto porcentual; já para a taxa do cheque especial, o declínio foi de 1,63 ponto porcentual.

As menores taxas de empréstimo pessoal e de cheque especial foram verificadas na Caixa Econômica Federal - 3,88% e 4,27% por mês, respectivamente. Já a taxa mais alta de empréstimo pessoal foi encontrada no Itaú (6,56%) e a maior taxa na modalidade de cheque especial foi verificada no Santander (9,87%).

Conforme o Procon-SP, os dados usados no levantamento se referem a taxas máximas pré-fixadas para clientes (pessoa física) não preferenciais, independente do canal de contratação. Para o cheque especial foi considerado o período de 30 dias. Já para o empréstimo pessoal, o prazo de contrato é de 12 meses.


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