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Para agência de classificação de risco, se país adiar decisão sobre o "abismo fiscal" precisará ver um compromisso dos congressistas norte-americanos em fechar um acordo orçamentário e um claro cronograma de reformas para manter a nora máxima

Agência Estado

A Moody's Investors Service disse nesta segunda-feira que se os Estados Unidos adiarem uma decisão sobre o chamado "abismo fiscal" até o ano que vem, o que parece cada vez mais provável, precisará ver um compromisso dos congressistas norte-americanos em fechar um acordo orçamentário e um claro cronograma de reformas para manter o rating 'Aaa' do país.

No relatório quinzenal "Credit Outlook", o vice-presidente sênior da Moody's, Steven Hess, e o diretor-gerente para risco soberano, Risk Bart Oosterveld, observaram que a paisagem política dos EUA continua "muito polarizada e imprevisível" após a eleição presidencial.

A menos que o Congresso dos EUA tome uma atitude antes do fim do ano, uma combinação de cerca de US$ 500 bilhões em aumentos de impostos e cortes de gastos, como é descrito o conceito de abismo fiscal, entrará em vigor em 1º de janeiro e, segundo economistas, poderá arrastar a economia norte-americana de volta à recessão.

A Moody's tem uma perspectiva negativa para o rating dos EUA. As informações são da Dow Jones.

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