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Resultado indica que demanda doméstica pelos dois produtos está se estabilizando depois de meses de desaceleração; compras de cobre desaceleraram fortemente no mês

Reuters

A importação de cobre feita pela China desacelerou fortemente em outubro, mas minério de ferro e petróleo bruto aceleraram o passo, num sinal de que a demanda doméstica pelos dois produtos estava se estabilizando depois de meses de desaceleração.

O maior consumidor de cobre do mundo comprou 321.879 toneladas em outubro, o menor volume em 15 meses e a primeira queda anual desde agosto de 2011. A queda de 16% frente ao um ano antes é a maior desde maio de 2011 e pode marcar o início de muitos meses de importações fracas diante da demanda doméstica morna, afirmaram analistas.

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Zhang Ao, analista da Minmetals Futures, afirmou que a demanda fraca pesou sobre os preços domésticos de cobre e as importações podem perder mais de 1,2 mil iuanes (US$ 190) por tonelada.

As importações de alumínio, no entanto, saltaram 68 por cento na comparação anual, para 101.174 toneladas, em grande parte pelo preços mais favoráveis.

As importações de soja da China, o maior comprador mundial, subiram 5,8% frente a um ano antes, para 4,03 milhões de toneladas. Mas elas despencaram 19% ante setembro, em parte pelo menor suprimento da América do Sul, afetada pela seca no início do ano.

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As importações de minério de ferro da China caíram 13% em relação ao mês anterior, para o menor patamar em um ano de 56,43 milhões de toneladas em outubro.

Sobre um ano antes, no entanto, as importações cresceram 13%. A queda nos preços em todo o mundo tem levado uma série de minas domésticas a fecharem, obrigando as siderúrgicas chinesas a comprarem o minério mais barato e de melhor qualidade do exterior.

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Separadamente, as importações de petróleo do segundo maior consumidor mundial aumentou 13,8% em outubro, sobre um ano antes, para cerca de 5,58 milhões de barris por dia, o terceiro maior deste ano.

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