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Banco do Povo da China disse em comunicado que continuará priorizando a estabilização do crescimento econômico, mas diz que pressões inflacionárias não podem ser ignoradas

Agência Estado

O Banco do Povo da China (PBOC, o banco central do país) afirmou em um comunicado que continuará priorizando a estabilização do crescimento econômico, indicando que permanece concentrado nos riscos negativos apesar dos sinais recentes de que a economia chinesa está se recuperando.

Ao mesmo tempo, o PBOC alertou em seu relatório trimestral de política monetária que as pressões inflacionárias, incluindo a inflação importada, não podem ser ignoradas. Com a pressão de alta sobre os preços das terras, da mão de obra e dos recursos naturais, a inflação pode se tornar cada vez mais sensível a mudanças na demanda agregada ou a estímulos do governo, afirmou o PBOC.

No relatório, o banco central reiterou que vai continuar implementando uma política monetária "prudente" e repetiu declarações padronizadas sobre seguir adiante com as reformas das taxas de juros e de câmbio. O PBOC também disse que vai monitorar de perto os acontecimentos internacionais que estão afetando os níveis domésticos de liquidez e vai ampliar a supervisão dos fluxos de capital entre fronteiras.

O banco central informou ainda que vai usar vários instrumentos de política monetária, incluindo operações regulares no mercado aberto, emissão de títulos e compulsório dos bancos para ajustar a liquidez do sistema bancário em resposta às mudanças no balanço de pagamentos internacional da China. As informações são da Dow Jones.

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