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Total de vagas na construção cresceu 0,4% em setembro ante agosto, com a contratação de 13,7 mil novos trabalhadores com carteira assinada no País

Agência Estado

O total de empregos na construção civil brasileira segue crescendo, mas em um ritmo menor que o verificado no ano passado, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O total de vagas na construção cresceu 0,4% em setembro ante agosto, com a contratação de 13,7 mil novos trabalhadores com carteira assinada no País. Já em setembro de 2011, a alta foi de 1,02%, com a contratação de 31,5 mil trabalhadores.

No acumulado entre janeiro e setembro, o número de contratações no setor aumentou 7,81%, com 247,9 mil novas vagas. O desempenho também foi inferior ao registrado em igual período de 2011, quando a expansão foi de 10,5%, com mais 298,5 mil contratações.

"Embora a desaceleração no ritmo de crescimento persista, o número de novos postos de trabalho formais criados pela construção brasileira no ano ainda é expressivo", afirmou em nota o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe.

Com as novas contratações, a construção brasileira empregava até o final de setembro 3,422 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Destes, cerca de 1,723 milhão estava no Sudeste; 727,6 mil no Nordeste; 478,5 mil no Sul; 275,8 mil no Centro-Oeste e 216,2 mil no Norte.

São Paulo

No Estado de São Paulo, o número de contratações na construção caiu 0,14% no mês passado, com o fechamento de 1,2 mil vagas. Em setembro de 2011, as contratações haviam somado mais 2,7 mil trabalhadores, alta de 0,34%.

Apesar do declínio no comparativo mensal, no acumulado de janeiro a setembro de 2012 as vagas na construção paulista avançaram 5,51%, com a contratação de 45 mil trabalhadores. Assim como no restante do País, o resultado é inferior ao registrado em igual período do ano anterior. Entre janeiro e setembro de 2011, o setor havia contratado mais 59 mil trabalhadores, alta de 7,9%.