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No mesmo período, o IGP-M, usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, teve elevação de 4,26%

O aluguel residencial para contratos novos na capital paulista subiu 14,1% no acumulado em 12 meses finalizado em maio, na comparação com igual período anterior. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo Secovi-SP, sindicato da habitação.

No mesmo período, o IGP-M, usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, teve elevação de 4,26%. Ainda que acima da inflação, o levantamento aponta para continuidade da tendência de desaceleração no aumento do aluguel em São Paulo.

Na mesma série do índice acumulado em 12 meses, o resultado teve ligeira alta em relação a verificado até abril (13,8%), mas abaixo do observado em meses anteriores. Em março, o índice havia ficado em 16,2%, em fevereiro, 17% e, em janeiro, 17,9%.

Na comparação mês a mês, a alta nos novos contratos foi de 1,5% em relação a abril. Os imóveis de dois dormitórios foram os que apresentaram as maiores valorizações de aluguel, com alta média de 1,7%, enquanto as unidades de um quarto tiveram aumento de 1,5%.

Os valores das unidades de três dormitórios subiram um pouco menos, 1%. Ainda de acordo com o levantamento do Secovi-SP, o tipo mais comum de garantia para locação em maio foi o uso de fiador, que respondeu por 47,5% dos contratos.

O depósito adiantado por três meses de aluguel foi observado em 32% dos contratos, e o seguro-fiança foi utilizado em cerca de 20% das locações fechadas no mês.

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