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Veículos novos e usados apresentaram recuos de preços mais acentuados que os verificados na leitura anterior

Assim como na primeira quadrissemana de junho, os carros novos e os usados foram os itens que exerceram as maiores influências de baixa sobre o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) na segunda quadrissemana deste mês, divulgado na manhã desta segunda-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ambos apresentaram recuos de preços mais acentuados que os verificados na leitura anterior.

No caso dos automóveis novos, a queda se acentuou de 2,08% na primeira quadrissemana para 3,46% na leitura divulgada nesta segunda-feira, e, entre os usados, o recuo passou de 1,36% para 2,05%. Também são citados pela FGV como influências negativas a tangerina (mexerica), que passou de -17,10% na primeira quadrissemana para -21,85% na segunda; aparelho de TV, de -2,10% para -2,33%; e gasolina, de -0,35% para -0,33% no mesmo período.

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Seis classes de despesas tiveram desaceleração de preços na segunda quadrissemana de junho: Alimentação (de 0,76% na leitura do último dia 7 para 0,74% na divulgada hoje), Habitação (de 0,44% para 0,29%), Vestuário (de 0,65% para 0,40%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,54% para 0,45%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,14% para 0,08%) e Despesas Diversas (de 3,63% para 2,38%).

O grupo Transportes ampliou o recuo de preços ao passar de variação negativa de 0,39% na primeira quadrissemana para queda de 0,65% no índice divulgado hoje, influenciado, principalmente, pelo desempenho do item automóvel novo. O grupo Comunicação, por sua vez, saiu de -0,18% na leitura do dia 7 para -0,06% na atual. Nesta classe de despesa, o destaque foi o item tarifa de telefone residencial, que registrou variação de -0,28%, ante -0,51% na apuração anterior.

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Os cinco itens que mais exerceram pressão de alta do IPC-S na segunda quadrissemana foram cigarros (de 8,51% para 5,54%), tomate (de 27,18% para 26,37%), refeições em bares e restaurantes (de 0,72% para 0,58%), tarifa de ônibus urbano (de 0,28% para 0,83%) e taxa de água e esgoto residencial (de 1,89% para 1,49%). A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 22 de junho, será divulgada no dia 25.

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