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Depois de dois dias de negociações suspensas na Bolsa de Valores de São Paulo, investidores correram para se desfazer dos papéis do banco

As ações preferenciais (PN) do Cruzeiro do Sul desabaram 42,1% nesta quarta-feira, para R$ 4,40, no primeiro dia de negócios após a intervenção do Banco Central na instituição. Os papéis passaram a maior parte do tempo em leilão, tamanha a indefinição dos investidores sobre o preço justo do papel. No pior momento do dia, chegaram a valer R$ 4,10, e no melhor, não passaram de R$ 5,00.

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O volume financeiro alcançou R$ 337 mil, em 149 negócios. Os negócios foram suspensos por dois dias, na segunda e terça-feira, após o Banco Central anunciar que a instituição seria submetida ao Regime de Administração Especial Temporária (Raet). No entanto, as ações já vinham despencando desde quarta-feira passada, quando o Valor informou sobre os graves problemas de liquidez do banco, que estava negociando sua venda para o BTG Pactual - operação que não foi concretizada. Desde então, os papéis perderam 65% do seu valor.

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