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Segundo Guido Mantega, a contribuição está condicionada pela reforma de cotas aos países emergentes

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira que os Brics -grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul- concordaram, por unanimidade, em contribuir com mais capital ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, o montante será fixado nos próximos dois meses, dependendo das reformas que serão feitas no FMI.

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"Nós condicionamos essa ajuda a que eles (FMI) completem a reforma de cotas para que nós, os países emergentes, tenhamos uma representação maior", afirmou Mantega, acrescentando que também haverá uma mudança na fórmula para atribuir as cotas, com valor maior ao Produto Interno Bruto (PIB), "ao poderio econômico efetivo dos paises". Mantega disse ainda que Brasil, China, Rússia e Índia anunciarão os valores ao FMI até a reunião de Los Cabos, em junho.

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