Pix: sequestros relâmpagos crescem 39% e bancos pedem mudança na segurança
Instituições financeiras brasileiras solicitam ao Banco Central uma revisão nas regras do sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o PIX, para impedir golpes, roubos e sequestros; entenda
Instituições financeiras brasileiras solicitam ao Banco Central uma revisão nas regras do sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o PIX, para impedir golpes, roubos e sequestros.
Segundo o pedido, a modernidade do PIX apresenta riscos maiores de sequestros relâmpagos. Após a implementação do serviço, houve um aumento de 30%, sem contar com golpes e roubos.
Crimes com PIX
Em suma, o PIX iniciou a atuação em novembro do ano passado. A partir de então, criminosos utilizam este recurso para aplicar golpes com mais facilidade ou para render a vítima e solicitar o pagamento instantâneo de grandes quantias.
Afinal, o serviço de transferência pode ser utilizado a qualquer momento de forma rápida e sem restrição de horário. No entanto, os criminosos adotaram a utilização de ‘contas laranjas’, que impossibilita os policiais de rastrear as contas e reter o dinheiro roubado.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, no primeiro semestre deste ano, o estado registrou 206 ocorrências de sequestros relâmpagos. Isso representa, um crescimento de 39% em relação a 2020.
Posto que não haviam tantas ocorrências de sequestros relâmpagos nos últimos anos até a implementação do PIX.
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