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Zoellick pede a Obama que impulsione Doha e tratados bilaterais

Pequim, 15 dez (EFE).- O presidente do Banco Mundial (BM), Robert B.

EFE |

Zoellick, pediu hoje ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, que reconheça os interesses de outros países para conseguir o acordo da rodada de Doha e que o Congresso aprove os tratados de livre-comércio pendentes com Colômbia, Panamá e Coréia do Sul.

"Espero que neste momento de crise, haja um reconhecimento da valia que outros países dão a ter uma rodada de Doha bem-sucedida, assim como a de alguns acordos bilaterais, que foram completados, mas ainda não aprovados pelo Congresso".

Washington assinou em 2006 o Acordo de Promoção Comercial com a Colômbia, mas ele não foi ainda aprovado pelo Congresso, e a mesma situação vive o acordo com o Panamá, assinado em junho de 2007.

De fato, a maior parte das importações colombianas e panamenhas nos EUA não sofre tarifas, em virtude de outros acordos bilaterais preferenciais, pelo que ambos os documentos beneficiam, sobretudo, a entrada de exportações americanas em ambos os países latinos.

Segundo os analistas, a aprovação destes dois acordos e do Tratado de Livre-Comércio com a Coréia do Sul, assinado em 2007, seria uma base de resultados para um acordo global como o de Doha.

Zoellick, que chegou ontem à China para visitar a área devastada pelo terremoto de Sichuan em 12 de maio, disse que durante a cúpula do G20 em Washington, em novembro, insistiu que Doha "é mais importante agora, porque com a desaceleração podemos ver sintomas de protecionismo".

"Há um bom acordo de Doha que se pode cumprir", insistiu hoje Zoellick, em referência ao corte dos subsídios nacionais à agricultura até em 70%, à eliminação de ajudas à exportação e à abertura de mercados para os produtos agrícolas e manufaturados.

Zoellick se mostrou preocupado com como a crise afeta à China, com o fechamento de numerosas fábricas destinadas à exportação, pelo que previu maciços movimentos de desempregados e risco de instabilidade social, com um horizonte de crescimento do PIB de 7,5% para 2009.

O BM prepara um crédito de US$ 710 milhões para apoiar a reconstrução da área devastada pelo terremoto de Sichuan, enquanto a Corporação Financeira Internacional, seu braço privado, assinou um acordo de apoio às pequenas e médias empresas da região. EFE mz/jp

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