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Xerox vai fechar fábrica de Manaus e demitir 86 funcionários

A Xerox Corporation anunciou ontem que vai fechar a operação de manufatura em Manaus. Serão demitidos os 86 funcionários da unidade.

Agência Estado |

Segundo a assessoria da Xerox, as atividades de envasamento de toner e montagem de cartuchos de suprimentos de Manaus serão transferidas para a fábrica em Simões Filho, na Bahia.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, essas demissões somam-se às cerca de 200 que a Evadin deve realizar até o fim do mês, quando também deve anunciar o fim da fábrica no Amazonas.

"Eles justificam que é a crise, mas na verdade essas duas fábricas já vinham demitindo aos poucos", disse um dos diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus, Aivê Barbosa. De acordo com ele, os mais de 10 mil trabalhadores de 16 empresas do Distrito Industrial de Manaus já voltaram das férias coletivas de até vinte dias. "Agora em dezembro, aí sim por conta da crise, em vez de dez dias das tradicionais férias coletivas, as empresas vão dar vinte", afirmou. "Nosso temor é que o ano comece com demissões", afirmou.

Ainda segundo a assessoria da Xerox, a operação será descontinuada até janeiro do ano que vem e é "um reflexo da crise mundial". Por meio da assessoria, o vice-presidente do grupo de desenvolvimento e manufatura de consumíveis da Xerox, Richard Schmachtenberg, afirmou que as mudanças trarão ainda um "reflexo importante sobre a redução da base de custos da empresa e orientarão a otimização operacional em todos os níveis da organização". A fábrica da Xerox em Manaus está concentrada em uma única instalação, dividida entre a área de produção e escritórios administrativos.

A fábrica iniciou suas operações em 1988, inicialmente como unidade de suporte à produção das copiadoras 1035 e 1035AM para o mercado doméstico e exportação. No início dos anos 2000, a unidade sofreu diferentes modificações para adequar-se a uma nova modalidade de atuação apoiando a produção de suprimentos e elementos consumíveis para os produtos da marca.

A reportagem da Agência Estado tentou falar com a assessoria da Evadin, mas não obteve sucesso.

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