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Washington pretende oferecer nova ajuda a montadoras, mas impõe condições

O governo dos Estados Unidos está pronto para fazer novos esforços para salvar as montadoras da bancarrota, mas não quer que o dinheiro saia do fundo criado para apagar o incêndio no sistema financeiro.

AFP |

A porta-voz da Casa Branca Dana Perino disse que o acordo do governo só será implementado se comprovada a "viabilidade a longo prazo" por parte dos fabricantes em cumprir a sua parte.

E, enquanto o governo volta a estender a mão para ajudar, executivos das três maiores montadoras americanas começam a defender sua causa diretamente no Congresso.

Passando por graves dificuldades, a General Motors - maior fabricante de automóveis do mundo - e suas concorrentes Chrysler e Ford foram ao Congresso esta semana apresentar seus planos de reestruturação, numa tentativa de convencer os parlamentares a aprovar um pacote de ajuda estatal.

Para se salvar do abismo, as montadoras pedem ao governo 34 bilhões de dólares.

A administração de George W. Bush afirma que o dinheiro para um eventual pacote destinado à indústria automobilística nacional não deve sair dos 25 bilhões de dólares já aprovados pelo Congresso. Esse dinheiro, que a princípio foi liberado para ajudar os fabricantes a se adaptarem às novas exigências do mercado, depende da viabilidade das empresas, e permanece, por enquanto, inacessível.

Em relação à diferença entre estes 25 bilhões de dólares e os 34 bilhões pedidos pelas montadoras, o governo disse a deputados e senadores que "se vocês acreditarem que é necessário colocar mais dinheiro" no pacote de 25 bilhões, "nós examinaremos essa possibilidade", indicou a porta-voz da Casa Branca.

O plano de 700 bilhões de dólares lançado em outubro, por sua vez, "foi adotado com outro objetivo (...), impedir a quebra de nossas instituições financeiras", explicou.

lal/ap

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