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Wall Street termina sexta-feira no vermelho mas sobe na semana

SÃO PAULO - Dados econômicos desfavoráveis renovaram o mau humor dos investidores em Wall Street. Descontentes com a diminuição da confiança do consumidor e da atividade de construção nos EUA, os agentes voltaram a vender ações e os principais indicadores das bolsas de Nova York fecharam a sexta-feira em queda.

Valor Online |

O Dow Jones Industrial caiu 1,4 %, aos 8.852,22 pontos. O S & P 500 somou 940,55 pontos, com recuo de 0,6%. O Nasdaq Composite declinou 0,4%, para 1.711,29 pontos.

Mesmo assim, a semana termina positiva para Wall Street. O Dow Jones acumula alta de 4,75% nos cinco dias. O S & P 500 avançou 4,6% e Nasdaq Composite ganhou 3,7%.

Hoje, a Universidade do Michigan divulgou hoje que seu indicador de confiança do consumidor americano piorou em outubro. O índice despencou de 70,3 pontos em setembro para um resultado preliminar de 57,5 pontos.

Além disso, o governo informou que a atividade de construção de casas novas nos Estados Unidos recuou 6,3% em setembro, para uma taxa anual de 817 mil unidades, o nível mais baixo em 17 anos.

Os investidores interpretaram os dados como novos sinais de uma possível recessão. Também se ampararam neles para justificar a venda de ações com a qual embolsaram os ganhos da recuperação recente do mercado.

As ações da Caterpillar, fabricante de maquinário agrícola e de construção, caíram 7,2% com o dado negativo sobre o setor imobiliário. A queda da confiança do consumidor e a forte valorização vista ontem deprimiram as ações de varejistas. Wal-Mart caiu 1,6%, por exemplo.

Esses fatores ofuscaram os comentários do megainvestidor americano Warren Buffett, em favor do mercado de capitais. Em artigo publicado no jornal The New York Times, Buffett diz que está aproveitando a queda dos preços para comprar ações. "Seja medroso quando os outros forem gananciosos e seja ganancioso quando os outros forem medrosos", sentenciou.

(Valor Online, com agências internacionais)

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