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Wall Street abre em queda após aumento de seguro-desemprego nos EUA

Nova York, 20 nov (EFE).- O índice Dow Jones Industrial da Bolsa de Nova York abriu hoje em queda de 2,29% após o aumento de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos ao nível mais alto em 16 anos e com os investidores preocupados com o futuro da indústria automobilística americana.

EFE |

Após a abertura da Bolsa de Nova York, o Dow Jones Industrial, índice mais importante de Wall Street, caía 183,27 pontos (2,29%), para 7.814,01.

Na quarta-feira este índice desceu 5,07%, ficando abaixo dos 8.000 pontos, algo que não acontecia desde março de 2003.

Já o indicador Nasdaq retrocedia 24,66 pontos (1,78%), para 1.361,76, enquanto o seletivo S&P 500 descia 19,98 pontos (2,48%), para 789,6.

O índice composto NYSE, que reúne todas as ações cotadas na Bolsa de Nova York, descia 153,22 pontos (3,06%), para 4,858,77.

A Bolsa de Nova York abriu com seus principais indicadores em baixa após o Departamento de Trabalho dos EUA informar hoje que os pedidos de seguro-desemprego aumentaram 27.000 na última semana e chegaram a 542.000, nível mais alto desde julho de 1992.

Wall Street está muito preocupado com o futuro da indústria automotiva americana após os executivos-chefes de General Motors, Ford e Chrysler, e do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Automobilística (UAW) ficarem com as mãos vazias na última quarta em Washington.

As três grandes montadoras de Detroit - centro da indústria automobilística dos EUA -, que meses atrás receberam do Congresso uma linha de crédito de US$ 25 bilhões para modificarem seus produtos e torná-los mais eficientes e competitivos, solicitaram ao Senado outros US$ 25 bilhões em empréstimos de emergência.

O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, decidiu adiar, sem data definida, a votação prevista para hoje do plano de resgate da indústria automotiva porque seu partido não tem os votos suficientes para garantir a aprovação.

As obrigações para dez anos subiam um pouco no mercado secundário da dívida e sua rentabilidade, que se movimenta em sentido inverso, estava em 3,18%, em comparação ao 3,36% do fechamento da última quarta. EFE bj/fal

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