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Votação do Fundo Soberano na Câmara fica para outubro

O governo não concordou em retirar o regime de urgência do projeto que cria o Fundo Soberano do Brasil (FSB). Com a oposição em obstrução, a sessão do plenário foi encerrada.

Agência Estado |

Amanhã, a Câmara tenta retomar as votações com as quatro medidas provisórias que estão trancando a pauta. A votação do FSB ficará para outubro, depois das eleições municipais.

Apesar dos apelos de líderes da base para a retirada da urgência do projeto, o governo não cedeu. Dois fatores, segundo os aliados, pesaram na decisão. Não havia segurança de que o projeto seria votado no dia 7 de outubro - prazo de adiamento com o qual o governo concordava - e um novo regime de urgência poderia atrasar a votação por mais 45 dias. Além disso, seria uma sinalização de fraqueza do governo e de menosprezo à criação do Fundo Soberano.

"Seria um enfraquecimento do projeto, um titubeio do governo e nós não estamos titubeando. O Fundo Soberano é muito importante para o País", afirmou o líder do PTB, deputado Jovair Arantes (GO), um dos três relatores do projeto e que havia pedido a retirada do regime de urgência de votação.

Sem acordo, o plenário da Câmara deverá votar apenas medidas provisórias nesse último período de votação antes das eleições. A partir de quinta-feira até as eleições, os deputados entrarão em recesso branco, quando não haverá votações na Casa e sem a obrigação de estarem em Brasília.

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