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Volvo é primeira montadora a demitir

A Volvo do Brasil anunciou ontem a demissão de 430 funcionários que trabalham na unidade instalada em Curitiba. Desses, 250 tinham contratos temporários com a empresa, que não serão renovados.

Agência Estado |

Os outros 180 eram do quadro efetivo.

Mesmo assim, a Volvo destacou que o saldo de empregos mantém-se positivo se comparado com dezembro de 2007, quando tinha 2.393 funcionários. Depois das demissões, 2.410 pessoas continuam trabalhando na fábrica, onde são produzidos caminhões e ônibus.

Na sexta-feira, a empresa já tinha anunciado a demissão de 102 dos 700 funcionários da unidade de Pederneiras (SP), que produz equipamentos para obras e construção civil. Segundo a empresa, as demissões anunciadas ontem resultam do desaquecimento do mercado de caminhões.

Com as demissões, a Volvo acaba com o segundo turno de caminhões na fábrica curitibana, criado no fim do primeiro semestre e que exigiu a contratação da mão-de-obra temporária. Com as demissões, a produção cai de 77 para 54 caminhões pesados e semi-pesados por dia. A produção de ônibus não terá alteração.

Além das demissões, a empresa anunciou também ampliação das férias coletivas. O vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Nelson Silva de Souza, disse que a demissão de funcionários efetivos preocupa a entidade, pois pode levar a que outras empresas da cadeia automobilística tomem a mesma atitude. "O temor é de como ficará se não houver aquecimento do mercado depois do primeiro trimestre de 2009."

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