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Volume de emissões no mercado de capitais cai mais de 30% até novembro

SÃO PAULO - O mercado de capitais registrou uma queda de 31,6% no volume de emissões de renda variável e dívida entre janeiro e novembro deste ano, que somaram R$ 93,4 bilhões. No mesmo intervalo do ano passado, o volume havia sido de R$ 136,4 bilhões.

Valor Online |

A baixa é justificada pelo agravamento da crise financeira internacional e o aumento das incertezas.

Desse total, R$ 58,5 bilhões foram operações de renda fixa, enquanto o segmento de renda variável gerou R$ 34,8 bilhões do volume movimentado. No ano anterior, essa proporção ficou praticamente empatada em R$ 68 bilhões para cada segmento.

Dados da Associação Nacional de Bancos de Investimentos (Anbid) mostram que o maior volume nos primeiros onze meses deste ano foi registrado em emissões primárias de ações, num total de R$ 33 bilhões, o que equivale a retração de 49% frente a igual intervalo de 2007 e representa 35,3% do volume movimentado em 2008. Destaque para a emissão primária da Vale, de R$ 19,434 bilhões, da OGX, de R$ 6,712 bilhões e da Gerdau, de R$ 2,9 bilhão.

As emissões de debêntures concentraram uma fatia de 24,6% do total, com volume de R$ 22,9 bilhões, volume 50,7% menor do que o apurado no ano passado.

Já as emissões de notas promissórias, ferramenta de capitalização de curto prazo, tiveram aumento de 110% de janeiro a novembro deste ano. Na avaliação da Anbid, com a crise financeira e a restrição de liquidez, as empresas estão se refinanciando com operações de curto prazo, o que deve se prolongar até os primeiros meses do ano que vem.

As captações externas caíram 30,9% no período de janeiro a novembro, com volume de US$ 11,1 bilhões. Operações de fusões e aquisições somaram R$ 80,6 bilhões até o mês de outubro, com destaque apara a transação entre Bovespa e BM & F, que movimentou R$ 30,5 bilhões.

(Valor Online)

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