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O volume de crédito do sistema financeiro brasileiro chegou a R$ 1,148 trilhão, em setembro, o que corresponde a 39,1% do Produto Interno Bruto (PIB) ¿ soma de todos os bens e serviços produzidos no País. Em agosto, essa relação era de 37,9%. A projeção do Banco Central é chegar ao final do ano em 40% do PIB. As informações, divulgadas nesta quarta-feira, são do Banco Central.

Os clientes bancários estão pagando mais caro pelo crédito. A taxa de juros anual para as famílias subiu de 52,1% para 53,1% e para as empresas permaneceu em 28,3% de um mês para outro.

A taxa do cheque especial continua sendo a mais alta ¿ 170,2% ao ano ¿, sendo que em agosto era de 166,4% ao ano. A do crédito pessoal, que inclui operações de consignado em folha, ficou em 56,3%, em setembro, contra 54,5% ao ano no mês anterior.

A inadimplência recuou de 4,2% para 4%, no geral. Para as pessoas físicas, caiu de 7,5% para 7,3% e para as empresas, de 1,7% para 1,6%. O percentual leva em conta atrasos acima de 90 dias.

Os prazos médios de financiamentos em dias corridos de agosto para setembro aumentou tanto para as empresas quanto para as famílias, passando de 470 para 480 e de 372 para 378, respectivamente.

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