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Volks lança o Voyage, sedã da família Gol

A Volkswagen lançou ontem o Voyage, modelo que coloca a montadora em um novo nicho do mercado automotivo nacional, o dos sedãs de entrada (nível mais básico entre as cinco faixas de mercado disputado pelos sedãs). O carro faz parte da família do Gol e chega às revendedoras em cinco versões, da qual a mais barata, com motor 1.

Agência Estado |

0, será comercializada a partir do fim do mês pelo preço sugerido de R$ 30.990.

Segundo a Volkswagen, é um preço pelo menos 8% mais baixo que o dos concorrentes diretos do Voyage: Chevrolet Prisma, Fiesta Sedan, Fiat Siena e Renault Logan. As outras versões do Voyage, com motor 1.6, custarão entre R$ 35.180 e R$ 39.430. O modelo será fabricado na unidade de Taubaté (SP), com projeção de 90 mil unidades por ano, incluindo um porcentual ainda indefinido de exportações para o México, a Argentina e outros países da América do Sul.

"Chegamos na hora certa ao segmento dos sedãs de entrada, que pulou de 7% do mercado em 2002 para os atuais 15%, e deve continuar crescendo", disse o presidente da Volkswagen no Brasil, Thomas Schmall, durante a entrevista coletiva de lançamento do carro.

A empresa batizou o novo modelo com o nome de um antigo modelo sedã, fabricado entre 1981 e 1995, e aposta numa campanha de marketing baseada na reputação da marca - tanto que o slogan da campanha publicitária que chegará às TVs e outras mídias a partir de meados de outubro é "Voyage. Mais que um sedã, um Volkswagen".

Além do preço e da tradição, a montadora aposta nos diferenciais tecnológicos, como o porta-malas que se abre por controle remoto, para conquistar os consumidores. "Quem opta por um sedã está à procura de status e valoriza esses diferenciais", disse o gerente de propaganda e marketing, Marcelo Olival.

A Volkswagen diz que o Voyage foi desenvolvido ao longo de três anos como um projeto independente do novo Gol, embora os dois façam parte da mesma família e a parte frontal seja idêntica. O modelo chega ao mercado apenas dois meses depois do Novo Gol, classificado pela montadora como um sucesso de vendas, com 30 mil unidades comercializadas e fila de espera de dois meses.

O portfólio da Volks conta agora com 19 modelos, entre nacionais e importados. Schmall anunciou que, para alcançar o objetivo de retornar à liderança do mercado nacional, a Volkswagen deverá fazer mais do que dois lançamentos em 2009. Os projetos fazem parte do plano de investir R$ 3,2 bilhões no Brasil entre 2007 e 2011.

Schmall não adiantou outras informações sobre esses projetos, mas em outro momento ressaltou que os nichos em que a companhia ainda não atua no País são o das picapes e dos comerciais leves. Ele estima que, nos próximos quatro anos, o mercado brasileiro saltará do atual patamar de 3 milhões de unidades para o de 4 milhões de unidades por ano. "A disputa por esse mercado vai ser acirrada", diz Schmall, 44 anos, há dois anos à frente da Volks brasileira.

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