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Volcker, GM e pechinchas salvaram Wall Street ontem

SÃO PAULO - As bolsas dos Estados Unidos fecharam em alta ontem, com os investidores comprando ações de tecnologia que eram negociadas perto dos menores níveis em cinco anos, com a indicação de Paul Volcker, ex-presidente do Fed, para chefiar um conselho consultivo econômico especial no governo de Barack Obama, e com a renovação das esperanças em um plano de ajuda para a General Motors. Essas notícias ofuscaram dados que mostram um aprofundamento da crise econômica global.

Valor Online |

O índice Dow Jones subiu 2,91%, para 8.726 pontos. O S & P 500 avançou 3,53%, para 887 pontos. O Nasdaq cresceu 4,60%, para 1.532 pontos.

As ações do setor de tecnologia recuperaram perdas. A HP avançou 4,8% e a Intel, 6,4%. O otimismo quanto ao novo governo e quanto às medidas para auxiliar as instituições financeiras deu ganhos aos papéis de bancos. Citigroup avançou 16% e Bank of America subiu 4,3%.

Os papéis da General Motors foram o destaque do pregão, ao dispararem 35%. Um analista do Deutsche Bank comentou que cresce a expectativa favorável a um pacote de auxílio do governo americano às montadoras.

O aumento nas cotações do petróleo puxou para cima as ações de empresas do setor. A Exxon Mobil ganhou 3,6% e a Chevron avançou 4,4%. Hoje os contratos do barril de petróleo para janeiro subiram US$ 3,67 em Nova York e US$ 3,57 em Londres.

Na Europa, a busca de investidores por barganhas e esperanças quanto a um plano de estímulo econômico contrabalançaram as preocupações com dados econômicos fracos. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,33%, a 830 pontos.

Na mesma linha do pacote de resgate do Fed para o mercado imobiliário, a Comissão Européia defendeu um amplo pacote de estímulo fiscal na União Européia, no valor de 200 bilhões de euros. A proposta inclui 5 bilhões de euros em recursos extras para o setor automotivo.

Volkswagen, Peugeot e Renault tiveram fortes ganhos. Mineradoras também subiram após a China ter cortado a taxa básica de juro, o que elevou os preços de metais.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em queda de 0,44%, a 4.152 pontos. O DAX, de Frankfurt, ficou estável em 4.560 pontos. Houve queda em Paris (1,24%) e Madri (0,49%) e altas em Milão (0,47%) e Lisboa (0,22%).

(Valor Econômico, com agências internacionais)

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