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Você está mesmo pronto para comprar?

Você está mesmo pronto para comprar? Por Bruno Galo, Lucas Pretti e Marcus Vinícius Brasil São Paulo, 19 (AE) - Com freqüência, quando saímos para fazer compras, encontramos vendedores despreparados para nos ajudar a escolher o produto mais adequado à nossa real necessidade. No caso de eletrônicos, a dificuldade é ainda maior por causa dos aspectos técnicos e das novidades que surgem a todo momento.

Agência Estado |

O Natal vem aí e, para avaliar a qualidade do atendimento nas principais lojas da cidade de São Paulo, visitamos 11 estabelecimentos. Sem nos identificarmos, fomos a hipermercados, lojas de departamento e lojas especializadas em busca de ajuda na compra de três tipos de produtos: computadores, celulares e televisores.

Antes de sair a campo, conversamos com o Procon e com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que sugeriram critérios para avaliar o atendimento. Durante nossa aventura, tivemos boas e más experiências. Um exemplo negativo foi, por exemplo, um vendedor dizer que "3G só funciona ao ligar para outro aparelho 3G". Mas justiça seja feita: em meio a equívocos e, em alguns casos, até pitadas de má-fé - como no caso de vendedores que falavam qualquer coisa para tentar vender um produto mais caro -, encontramos atendentes bem preparados e atenciosos, gabaritados para responder até às perguntas técnicas mais nebulosas.

Nossa avaliação mostrou que as lojas especializadas em venda de eletrônicos são as que estão mais preparadas para ajudar na decisão de compra, embora lojas de departamento também dêem conta do recado. Os hipermercados são uma opção desde que se saiba exatamente o que está procurando e o vendedor seja dispensável.

INFORME-SE ANTES - Tem muita gente que vai às lojas porque quer "ver os produtos". O.k., mas, para não ficar confuso e evitar cair em conversa de vendedor, é recomendável ter uma idéia bem clara do que pretende fazer com o novo equipamento e já ter alguma noção das opções disponíveis e suas características essenciais. E definir quanto quer gastar e pesquisar preços.

Ou seja, por mais que a ajuda seja bem-vinda, é melhor o consumidor estar preparado para se virar (quase) sozinho. A internet é uma boa opção para fazer essa lição de casa.

Miguel Andrade não a fez e chegou a uma loja de departamentos pedindo um "celular que tirasse foto". Para sua frustração, o aparelho veio sem cabos e sem software para baixar as imagens no PC. Ele teve de apelar à assistência técnica do fabricante e pagar um adicional. "Acho o atendimento na área de eletrônicos ruim. Geralmente o mesmo vendedor poderia estar vendendo computadores ou carne em um açougue", afirma Miguel, com um pouco de exagero.

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