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Vivo reduz provisões e minimiza risco de inadimplência no curto prazo

A Vivo provisionou menos recursos para fazer frente às contas com valores vencidos há mais de 90 dias. A provisão para devedores duvidosos totalizou R$ 59,5 milhões no quarto trimestre, baixa de 28,2% sobre as reservas de igual intervalo de 2007.

Agência Estado |

Comparativamente ao terceiro trimestre de 2008, a provisão também caiu, na proporção de 17,1%. Segundo o presidente da Vivo, Roberto Lima, o valor de R$ 59,5 milhões corresponde a 1% da receita bruta total, o menor índice desde a constituição da Vivo. No quarto trimestre de 2007, a provisão correspondia a 1,6% do faturamento.

De outubro a dezembro, além das ações de cobrança e um controle mais rígido na concessão de crédito, o resultado teve influência positiva da recuperação de créditos provisionados do segmento corporativo e também de pessoas físicas, fruto de campanhas para aproveitamento do recebimento do 13º salário. No acumulado de 2008 em comparação com 2007, a provisão apresenta uma redução de 20,1%.

A despeito da crise, Lima disse à Agência Estado que não vê problemas com inadimplência, pelo menos no horizonte de dois meses. "Tudo que fizemos no passado envolvendo nova política de crédito e adaptação de planos aos consumidores nos deixa confortáveis no curto prazo", afirmou. Segundo ele, os serviços de telefonia móvel se tornaram essenciais e isso pode contribuir favoravelmente ao mercado. Além disso, comentou Lima, a Vivo tem feito ajustes de preços e promoções com tráfego bonificado para incentivar o consumo.

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