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Vivo pretende manter investimentos em 2009

O presidente da Vivo, Roberto Lima afirmou hoje que a operadora pretende manter neste ano o mesmo nível de investimentos aplicados em 2008. O executivo não revelou os números, que ainda serão apresentados à assembleia de acionistas, mas lembrou que no ano passado foram investidos R$ 2,7 bilhões em infraestrutura.

Agência Estado |

"Estes valores serão muito próximos do que investimos nos últimos anos", disse ele.

Lima se reuniu hoje com o governador de Minas, Aécio Neves acompanhado do presidente da Portugal Telecom, Zeinal Bava, que possui 50% da operadora brasileira. De acordo com o presidente da Vivo, a crise financeira global tem afetado os segmentos econômicos de maneira diferente, mas a companhia tem buscando alinhar os preços do produto "ao que o mercado precisa neste momento, fazer ganhos de eficiência, sem colocar em risco os empregos".

De acordo com o executivo a companhia mantém atualmente 8,5 mil empregados no País e outros 32 mil terceirizados. Por enquanto, segundo Lima, a operadora não tem verificado o aumento do índice de inadimplência ou mesmo o crescimento da migração de clientes pós-pagos para o segmento de pré-pago.

O presidente da Portugal Telecom, Zeinal Bava, avaliou que além do aumento da penetração da telefonia móvel no País, o segmento com maior potencial de crescimento é o da internet banda larga pelo celular, onde o país está dando os primeiros passos. "Esta vai ser uma área de crescimento futuro no celular", disse ele.

Para o executivo, a evolução do número de clientes implicará em uma redução nos preços dos serviços, ainda considerados altos, apesar da demanda. "O grande objetivo agora é aumentar a cobertura, já que a demanda é muito superior ao que é ofertado no mercado". Conforme Zeinal, na Europa, a internet móvel é complementar à internet fixa, se for de boa qualidade. Dessa forma, nos países mais desenvolvidos, as receitas destes serviços na área de terceira geração e dados podem atingir de 25% a 30% das receitas de uma empresa de celular. "No Brasil, em média, está em 10% então será uma das áreas de grande crescimento futuro e vamos apoiar a Vivo para fazer os investimentos necessários", afirmou.

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