Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Vivo: Mercado aguarda lucro 150% maior no 3ºtri08, de R$ 105 mi

O mercado aguarda para o balanço do terceiro trimestre da Vivo, a ser divulgado amanhã, antes da abertura dos mercados, resultados operacionais mais fortes, provocados, em grande parte, por menores despesas com vendas e publicidade. Isso deve beneficiar o resultado líquido, que, pelos cálculos de sete instituições financeiras consultadas pela Agência Estado, deve ser positivo em R$ 105,04 milhões.

Agência Estado |

Caso esta cifra se confirme, ficará 150% superior aos cerca de R$ 42 milhões - já contabilizados os resultados da Telemig, que a Vivo assumiu neste ano - anotados em igual intervalo de 2007. Também deve favorecer a demonstração financeira da Vivo o fim do repasse, em meados de agosto, da "management fee". Trata-se de uma taxa que era transferida a cada trimestre aos controladores da Vivo - Telefônica e Portugal Telecom (PT) -, que gerava à Vivo custos de aproximadamente R$ 40 milhões a cada trimestre.

Foram consideradas as projeções dos bancos UBS Pactual, Santander, Citibank, além das corretoras Unibanco, Ativa, Fator e Bradesco. Para a geração de caixa medida pelo Ebitda, estas instituições calculam uma média de R$ 1,083 bilhão, contra R$ 946 milhões indicados nas demonstrações financeiras do terceiro trimestre de 2007 - alta de 14,5%.

A margem Ebitda esperada vai do piso de 24,20% ao teto de 28,80%, sendo que, no ano anterior, a operadora de telefonia móvel tinha marcado 26,30%. Os analistas dizem esperar uma recuperação nas margens frente ao segundo trimestre (23,2%) pelo fato de os gastos com marketing e vendas serem inferiores aos do período anterior, que concentra datas festivas importantes para o comércio, como Dia das Mães e dos Namorados.

Na linha da receita líquida, a média das avaliações é de R$ 3,988 bilhões, valor que, se reportado, será 11% maior que as vendas líquidas anotadas entre julho e setembro de 2007, instigado pelo avanço da base de assinantes e da contratação de serviços de maior valor agregado. As vendas do iPhone não devem causar reflexos no balanço, já que o aparelho da Apple foi adicionado ao portfólio da Vivo no final de setembro.

Com relação ao câmbio, os analistas mencionaram em seus relatórios que não esperam despesas adicionais da apreciação do dólar no balanço da Vivo, já que a dívida denominada em moeda estrangeira, o equivalente a 31% do total, é protegida por operações financeiras.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG