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Venezuela e Ternium não chegam a acordo sobre Sidor

O prazo para a siderúrgica Ternium chegar a um acordo com o governo da Venezuela sobre a compensação pela Sidor, sua antiga unidade venezuelana que o governo nacionalizou, foi expirado à meia-noite de ontem (hora local), sem que nenhuma das partes tenha feito um anúncio oficial sobre o assunto. Na semana passada, o ministro de Indústrias de Base, Rodolfo Sanz, disse que se um acordo não fosse atingido até o fim de ontem, as negociações continuariam por mais dez dias.

Agência Estado |

Na Argentina, onde participava de um encontro de chefes de Estado, o presidente venezuelano Hugo Chávez reiterou ontem que está tentando "uma solução amigável" para as negociações.

O decreto que ordenou a nacionalização da Sidor, assinado por Chávez em maio, fixou o prazo de 30 de junho para a Ternium deixar o controle da Sidor e negociar a compensação. A Ternium aparentemente estuda ficar com uma participação de 10% na siderúrgica, a maior do país.

Uma fonte próxima às negociações disse à agência de notícias Dow Jones, no início do mês passado, que a Venezuela poderia pagar US$ 1,6 bilhão pela participação da Ternium na Sidor. Segundo algumas notícias da imprensa, a Ternium estaria pedindo pelo menos US$ 2 bilhões. A Sidor era controlada pelo grupo ítalo-argentino Techint por meio da Ternium, com participação da brasileira Usiminas. As informações são da Dow Jones.

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