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Venezuela e Cemex voltam a negociar controle de ativos

O governo da Venezuela e a fabricante de cimentos mexicana Cemex retomaram as negociações hoje sobre as compensações que serão oferecidas à empresa pela tomada de controle de suas unidades no país. O vice-presidente da Venezuela, Ramon Carrizales, que está supervisionando as negociações para o governo, disse aos jornalistas que a primeira reunião promovida hoje tentou formar uma agenda para os próximos encontros.

Agência Estado |

Os negociadores da Cemex recusaram-se a comentar o assunto.

O governo venezuelano conduzirá uma avaliação "a partir de dentro" da filial local do grupo, disse Carrizales. Serão examinados "os passivos ambientais, as operações da companhia, sua tecnologia e seus problemas trabalhistas" antes de atribuir um preço à companhia, disse Carrizales.

A unidade venezuelana da Cemex foi tomada há uma semana, depois de a companhia não ter fechado um acordo com o governo sobre a compensação que teria a receber. A nacionalização do setor de cimento foi anunciada em abril. A mexicana foi a única fabricante que não chegou a um acordo com o governo desde então.

Representantes do governo venezuelano disseram na semana passada que haviam oferecido US$ 800 milhões à Cemex, que pedia US$ 1,2 bilhão. Na última quarta-feira, a mexicana disse que iria buscar um tribunal internacional, mas, segundo Carrizales, a fabricante logo depois pediu a volta à mesa de negociações. Os ativos da Cemex na Venezuela incluem três fábricas de cimento com capacidade anual de 4,6 milhões de toneladas. As informações são da Dow Jones.

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