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Venezuela defende que Opep diminua sua produção de petróleo

Viena, 23 out (EFE).- O ministro de Petróleo da Venezuela, Rafael Ramírez, se mostrou hoje partidário de que a Opep corte amanhã sua produção em pelo menos um milhão de barris diários e anunciou que proporá a seus sócios o estabelecimento de uma faixa de US$ 80 a US$ 100 para estabilizar o preço do petróleo.

EFE |

Ramírez, que participa amanhã em Viena na reunião do cartel para tentar deter a queda do preço do petróleo, diz que a atual situação é "muito perigosa" e afirmou que é importante evitar a oferta excessiva no mercado.

"A situação econômica é muito perigosa e acreditamos que temos que fazer algo nesta reunião para acertar uma redução da produção e observar o mercado para decidir um novo corte de produção em dezembro", declarou o ministro venezuelano.

Este segundo recorte, declarou, poderia ser de mais um milhão.

"É necessário evitar um colapso do preço como em 1998", afirmou o ministro, em alusão à queda do valor do barril até US$ 10 por causa da crise econômica.

"Para a economia mundial é importante prever que os preços não se podem colapsar, cair a um nível que impeçam o investimento necessário em aumentar a produção", disse.

Ele afirmou que isto é o que aconteceu em 1998 e a "conseqüência foi que alguns anos depois a valorização se disparou".

Ramírez se referiu à necessidade de consenso para retirar do mercado o excesso de produção.

Ele se mostrou partidário de que a Opep retorne ao sistema de uma faixa de preços e propôs uma margem de US$ 80 e US$ 100. EFE as/fal

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