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Venezuela comemora redução da oferta da Opep e busca US$ 100 por barril

Caracas, 10 set (EFE).- O ministro da Energia venezuelano, Rafael Ramírez, comemorou hoje a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de reduzir sua oferta de petróleo para evitar um possível colapso dos preços em 2009, e reiterou que a cotação do barril deveria se estabilizar em US$ 100.

EFE |

"Foi decidido nesta reunião da Opep suprimir do mercado volumes de excesso (na oferta de petróleo), de maneira que a Opep volte a níveis de produção de 28,8 milhões de barris de petróleo por dia", disse Ramírez, em Viena, à estatal "Venezolana de Televisión" ("VTV").

A produção de 28,8 milhões de barris por dia da Opep inclui as cotas do Equador e de Angola, e exclui a do Iraque, "que está fora do sistema de cotas de produção", disse Ramírez.

"A Opep fez uma chamada para reduzir o excesso de produção do mercado, e temos então 1,2 milhão de barris que, de maneira efetiva, vão sair do mercado, esperando, com isso, evitar que se aprofunde uma tendência de fragilidade do preço que poderia gerar, em 2009, um colapso nos preços", acrescentou Ramírez.

Ressaltou que não sabe com exatidão "qual é o nível no qual o mercado vai se estabilizar", mas acrescentou que acredita "que vai rondar os US$ 100 por barril", que é o preço considerado "justo" pelo Governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Dentro da 149ª reunião ministerial da Opep, que terminou hoje, em Viena, foi detectado que haverá uma queda da demanda mundial de petróleo de cerca de 900.000 barris no final de 2008, argumentou o ministro e também presidente da estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA).

"Nas últimas quatro semanas, o preço (do barril) perdeu 27% de seu valor, cerca de US$ 40, e nós sempre estivemos muito atentos" ao comportamento das cotações, disse Ramírez. EFE gf/an

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