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Vendas prosseguem na Bovespa, que perde 1,79%

SÃO PAULO - A forte desvalorização nas ações do setor financeiro segura a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em território negativo. Faltando cerca de uma hora para o encerramento do pregão, o Ibovespa caía 1,79%, para 38.

Valor Online |

668 pontos. O giro financeiro era de R$ 4,52 bilhões, sendo que R$ 1,54 bilhão correspondem ao vencimento de opções sobre ações.

Em Wall Street, os investidores mantêm a cautela enquanto aguardam uma solução para o setor automotivo e assistem a lista de vítimas da fraude do ex-presidente da Nasdaq Bernard Madoff crescer. Há pouco, Dow Jones recuava 0,71%, enquanto o Nasdaq perdia 2,21%.

O esquema de Madoff, que administrava recursos de terceiros, consistia em uma espécie de pirâmide financeira, que envolvia grandes rentabilidades para os investidores antigos, pagas com o dinheiro dos investidores mais novos. Santander, Royal Bank of Scotland, BNP Paribas estão entre os afetados. O valor estimado do golpe é de US$ 50 bilhões.

Dentro do Ibovespa, os papéis da Petrobras, que chegaram a ganhar quase 6%, reduziram o ritmo de alta e, há pouco, subiam 1,76%, para R$ 23,00. Vale PNA aumentava 0,15%, a R$ 25,09.

Puxando as perdas, o ativo ON da BM & FBovespa recuava 5,04%, para R$ 5,65, com o terceiro maior volume do dia. Entre os bancos, Bradesco PN caía 3,03%, para R$ 24,58, Itaú PN recuava 5,16%, para R$ 28,43, e as units do Unibanco desvalorizavam 6,01%, a R$ 15,79.

As siderúrgicas também devolveram os ganhos do começo dia. Gerdau PN recuava 2,36%, a R$ 15,69, e Usiminas PNA marcava baixa de 1,05%, a R$ 27,20. Destoando, CSN ON ainda ganhava 0,27%, para R$ 27,22.

Na ponta compradora, Telemar PN subia 3,63%, a R$ 35,60, Rossi ON valorizava 3,34%, a R$ 3,71, e Sabesp ON ganhava 2,05%, negociada a R$ 27,28.

(Valor Online)

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