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Vendas parceladas de veículos representam 64% do total em 2008

SÃO PAULO - As vendas parceladas de automóveis e veículos comerciais leves representaram 64% do total comercializado pelo setor em 2008. Do total de veículos negociados (à vista e a prazo), 38% foram vendidos por intermédio de leasing, 22% por meio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e 4% via consórcio.

Valor Online |

O saldo das carteiras para aquisição de veículos por pessoas físicas aumentou 23,7% em 2008, fechando o ano em R$ 138,1 bilhões, contra R$ 111,6 bilhões do final do ano anterior. Deste total, R$ 81,4 bilhões estão relacionados com financiamentos via CDC e R$ 56,7 bilhões com leasing. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).

No segmento de veículos comerciais (caminhões e ônibus), o Finame Leasing equivale a 30%, o financiamento a 8%, o Finame a 50% e o consórcio é responsável por 2%. Em relação às vendas de motocicletas realizadas em 2008, 60% foram financiadas por meio de CDC e 22% por consórcio.

"As duas carteiras, que somam R$ 138,1 bilhões, representam 4,6% do PIB (Produto Interno Bruto) contra 4% do mesmo período de 2007. Além disso, esse montante corresponde a 35% do total do crédito disponibilizado no mercado para pessoas físicas", diz a nota divulgada pela Anef.

Em relação aos juros, a taxa média mensal praticada pelos bancos das montadoras em dezembro do ano passado foi de 1,80% enquanto no mesmo mês de 2007 ficou em 1,49%. Já o índice de inadimplência acima de 90 dias para financiamento de veículos por meio de CDC ficou em 4,3% no ano passado ante 3% no ano de 2007.

Os planos máximos de financiamento oferecidos pelas financeiras caíram de 84 meses em 2007 para 60 meses em 2008. Já os planos médios passaram de 42 meses em 2007 para 40 meses no ano passado.

"Assim como outros segmentos do setor, a Anef optou pela prudência em relação às estimativas para 2009. Dessa forma, vamos avaliar com mais critério os efeitos das medidas anunciadas pelos governos federal e estadual no último trimestre do ano passado. Mesmo não sendo o momento para fazer projeções para o ano, provavelmente a partir do segundo trimestre de 2009 os recursos financeiros passem a fluir de maneira mais regular para o crédito", disse, em nota, o presidente da Anef, Luiz Montenegro.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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