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Vendas no varejo dos EUA têm maior queda mensal desde 1992

As vendas no varejo dos Estados Unidos recuaram 2,8% em outubro na comparação com o mês antecedente, maior queda mensal desde que os números começaram a ser recolhidos, em 1992. A taxa acabou 4,1% abaixo da marca apurada em outubro do ano anterior. É o quarto mês seguido de desaceleração das vendas no comércio.

Redação com agências internacionais |

É o quarto mês seguido de desaceleração das vendas no comércio.

Em setembro, as vendas no varejo haviam caído 1,3%, dado revisado da estimativa anterior de retração de 1,2%. Economistas esperavam queda de 2,4% nas vendas em outubro.

O recorde anterior de queda nas vendas do varejo norte-americano era de novembro de 2001, quando encolheram 2,65%. Descontando a queda de 5,5% nas vendas de automóveis, o comércio varejista americano retraiu-se 2,2% no mês passado.

Ação coordenada

Os esforços dos bancos centrais para ampliar a liquidez, em como outras medidas tomadas pelas autoridades monetárias e governos, contribuíram para uma melhoria no funcionamento do mercado de crédito, sustentou o presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, em conferência em Frankfurt.

"Entretanto, a volatilidade persistente dos mercados e recentes indicadores de desempenho econômico confirmam que permanecem os desafios. Por este motivo, os formuladores de política monetária permanecerão em contato próximo, monitorarão de perto os eventos e estarão prontos para tomar medidas adicionais se houver necessidade", destacou.

Em épocas como a atual, acrescentou Bernanke, de tumulto financeiro, tem de se estar especialmente ciente da importância de os integrantes de bancos centrais no mundo terem relações de trabalho próximas.

Ponderou, contudo, que as ações de política monetária tomadas "não resolveram os estresses em curso nos mercados financeiros". "Os mercados financeiros continuam sob estresse severo", notou.

Por isso, reforçou a idéia de trabalho conjunto dos bancos centrais para lidar com as interrupções no setor de crédito e para "promover uma economia global vigorosa".

(Com EFE e Valor Online)

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